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Pouco depois, o letreiro do hotel Paulo apareceu no campo de visão de Paulo. Ele apenas observou a si mesmo caminhando pouco a pouco até a porta de vidro do bar e empurrou a porta diretamente.
Ding-ling-ling——
O sino na entrada balançou por causa da porta sendo aberta. Lá dentro, Tomás, que estava prestes a beber a poção mágica, olhou surpreso na direção da porta.
“Paulo? O que você está fazendo aqui?!” Assim que terminou de falar, o atento Tomás viu a arma de fogo firmemente segurada na mão de Paulo. “Mas que porra...”
Tomás nem teve tempo de terminar a frase; Paulo rapidamente levantou a arma com a mão direita, enquanto a esquerda repousava sobre o cão do revólver, balançando o cão rapidamente e puxando o gatilho no mesmo ritmo.
Três tiros foram disparados quase em um segundo, todos atingindo com precisão o peito de Tomás.
Tomás não conseguiu dizer uma palavra, cambaleou alguns passos para trás, cuspiu sangue e caiu no chão, perdendo completamente a capacidade de reagir.
Enquanto isso, no balcão, Silva continuava com o olhar vazio e atordoado. Só depois de ouvir os tiros é que virou lentamente a cabeça em direção à porta.
“Bo...Paulo...” murmurou Silva de forma confusa, sua mente ainda não havia processado o que estava acontecendo, como se estivesse completamente embriagado, sem consciência.
Paulo jogou fora o revólver descarregado, sacou a faca presa à cintura e avançou ferozmente contra Silva.
Quando Paulo avançou, o atordoado Silva finalmente viu, atrás de Paulo, uma garota de cabelos cacheados vermelhos e corpo pequeno.
“Você é...”
Puf puf——
Dois golpes rápidos, um no coração e outro na garganta, resolveram Silva de forma limpa e eficiente.
Depois de fazer tudo isso, Paulo pulou o balcão, pegou o galão de querosene guardado embaixo do balcão para abastecer o lampião, e despejou sobre si mesmo e sobre o corpo de Silva.
Em seguida, ele atravessou o balcão e caminhou na direção de Tomás, começando a revistar o corpo dele.
Tac——
Uma mão ressequida agarrou de repente o pulso de Paulo.